
Tem circulado em todo o Brasil um texto intitulado "O médico chegou ao fundo do poço", atribuído a médico das Secretarias de Saúde da Prefeitura de Natal e do governo do Rio Grande do Norte. Ao ler, da tribuna do Senado, a carta assinada pelo médico Paulo Ezequiel, o senador Mão Santa (PMDB-PI) pediu ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que sensibilize o governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a situação dos médicos em todo o país.
De acordo com Mão Santa, nos últimos nove anos os salários e o coeficiente de honorários tiveram desvalorização de 308,68%, em comparação com o salário mínimo. Com relação à inflação, a remuneração dos médicos teria se desvalorizado 73,47%. Frente ao dólar, as perdas chegaram a 351,81%. Em 1994 um médico recebia R$ 755 e um promotor público, R$ 1.300. O vencimento do promotor teria subido para R$ 8 mil e o dos médicos permanecido o mesmo.
"Inicialmente fizemos cortes no orçamento, depois aumentamos a carga de trabalho, passando a dar mais plantões. Cortamos férias, nos tornamos 'clientes especiais' dos bancos, inicialmente eventuais, hoje cativos. Não temos tempo sequer para nos organizar. Como descemos!" Narrou o senador piauiense.
Mão Santa, que é médico, aderiu ao movimento dizendo que, quando governou o Piauí, ampliou o Hospital Getúlio Vargas, o maior complexo hospitalar de todo o estado e investiu na modernização de hospitais do interior, além de criar a Faculdade de Medicina do Estado do Piauí.
De acordo com Mão Santa, nos últimos nove anos os salários e o coeficiente de honorários tiveram desvalorização de 308,68%, em comparação com o salário mínimo. Com relação à inflação, a remuneração dos médicos teria se desvalorizado 73,47%. Frente ao dólar, as perdas chegaram a 351,81%. Em 1994 um médico recebia R$ 755 e um promotor público, R$ 1.300. O vencimento do promotor teria subido para R$ 8 mil e o dos médicos permanecido o mesmo.
"Inicialmente fizemos cortes no orçamento, depois aumentamos a carga de trabalho, passando a dar mais plantões. Cortamos férias, nos tornamos 'clientes especiais' dos bancos, inicialmente eventuais, hoje cativos. Não temos tempo sequer para nos organizar. Como descemos!" Narrou o senador piauiense.
Mão Santa, que é médico, aderiu ao movimento dizendo que, quando governou o Piauí, ampliou o Hospital Getúlio Vargas, o maior complexo hospitalar de todo o estado e investiu na modernização de hospitais do interior, além de criar a Faculdade de Medicina do Estado do Piauí.
Agência Senado