
Em depoimento na CCJ, o estudante de Direito Jaylles José Ribeiro Fenelon, 20 anos, falou que não estava fazendo as denúncias a serviço de político algum, e sim da sua própria consciência ao presenciar tantas irregularidades na Emgerpi.
“Quando vi a situação da Emgerpi, com um vasto estado de corrupção no último processo eleitoral, fui prudente e discreto. Procurei primeiro Lucile Moura e depois procurei o governador Wellington Dias e mostrei todas as irregularidades e alertei sobre as eventuais fiscalizações ou ações penais e administrativas decorrentes da gravidade”, disse Jaylles.
Logo em seguida o ex-servidor da Emgerpi apresentou um slide com vários pontos de corrupção na Emgerpi. Mostrou empresas contratadas sem licitação para atuar no período eleitoral em Esperantina, fraudes com licitações, folha de pagamento irregular, obras contratadas com dispensa de licitação ou sem contrato. (GP1)