Estrangeiros ficam, em média, seis dias na região para conhecer tudo.
Um projeto de turismo integra o Nordeste. O pacote oferece belas praias, esportes radicais e até surpresas como uma visita ao habitat do cavalo marinho. Empresas de três estados foram capacitadas para trabalhar com turismo. E o lucro já apareceu.
Sol e calor o ano inteiro. Um mar de água transparente. E muita hospitalidade dos nativos. A rota das emoções une Jericoaquara, no Ceará, o Delta do Parnaíba, no Piauí, e os Lençóis Maranhenses. Os estrangeiros ficam, em média, seis dias na região para conhecer tudo.
Bem no meio da rota fica Barra Grande, um povoado de pescadores do Piauí. Turistas do mundo inteiro vão ao local para praticar o esporte kitesurf. E eles escolhem a praia por três motivos: tem muito vento, o mar é calmo e as empresas turísticas oferecem toda estrutura. O Sebrae capacitou hotéis e guias para lidar com o público.
Uma das pousadas pertence ao empresário Ariosto Ibiapina. Os 18 chalés ficam na beira da praia. O empreendimento surgiu primeiro para receber os amigos. “A gente hospedava os amigos, e os amigos dos amigos que chegavam aqui aumentaram muito. Principalmente estrangeiros que vinham em busca dos nossos ventos, das nossas condições de mar, para praticar o kitesurf”, afirma Ariosto Ibiapina, empresário.
É no quintal da pousada que os turistas praticam o esporte. O kitesurf une uma pipa e uma prancha com suporte para os pés. O esportista prende a pipa na cintura, sobe na prancha e é levado pelo vento. O atleta radical até pula sobre o barco. Mas para quem não souber nada disso, não tem problema. Há 12 instrutores na praia.
Fonte: PEGN




